"Educação eu tenho, só não tenho paciência. Se me der na telha eu levanto e vou embora, não preciso ficar aturando gente mal amada."
- Caio Augusto Leite. (via principar)

(Fonte: cafetumblr, via principar)

"Ela trouxe palavras bonitas e alguns cigarros. Trouxe também aquele sorriso de canto e contou algumas histórias engraçadas. Rimos tanto, tanto, tanto, entretanto ela pediu para que eu esboçasse um gesto de entendimento: eu não conseguia entender uma palavra sequer. Ela então apagou seu último cigarro com a naturalidade de quem está acostumada a enterrar os primeiros amores. Rasgou os meus contos ainda não escritos e escreveu no espelho, com a delicadeza de uma mão trêmula, “eu te amo tanto que prefiro não te estragar. Adeus”. Depois de rir e vir tantas vezes pelo meu mundo, desapareceu levando os silêncios, as cinzas, os contos e esse coração aprendiz que, de tanto esperar, desaprendeu a ter paciência."
- Eu me chamo Antônio.  (via carencias)

(Fonte: convergido, via carencias)

"São tantas coisas ruins ao mesmo tempo, que quando me perguntam “o que você tem ?” me passa um filme na cabeça, e tudo que eu consigo dizer é um simples “eu não sei”."
- Dezembro, 1996.  (via incastigado)

(Fonte: ocasionadora, via incastigado)

"Eu queria ser seu último amor. Mas sabia que não era. Sabia e a odiava por isso. Eu a odiava por não se importar comigo. Eu a odiava por ter me deixado naquela noite. E odiava a mim mesmo por tê-la deixado ir embora, porque, se eu tivesse sido suficiente, ela não teria querido ir embora. Simplesmente teria se deitado comigo, conversado e chorado. E eu a teria ouvido e teria beijado as lágrimas que caíam dos seus olhos."
- Quem é você, Alasca? (via transcurar)

(via transcurar)